ComentadoExemplo de comentário Creio que o fim do voto obrigatório seria um começo. De que adianta ser consciente, acompanhar a política do país, estar atualizado sobre os planos de governo e as ideologias partidárias (como se existissem!!!), se na hora H uma medida populista qualquer levar os milhões de analfabetos funcionais e desinteressados a votarem num determinado candidato? O voto facultativo obrigaria os partidos a se fortalecerem, e isso só seria possível com a politização de seus integrantes. Evidentemente, medidas reguladoras austeras seriam necessárias para evitar a volta (será que deixou de existir um dia?) do "voto de cabresto" e quaisquer outros crimes eleitorais e desvios de conduta. Celso Alvares ComentadoO povo brasileiro é pacato e pacífico! Damos um boi para não entrar numa briga, mas 10 para não sair dela. Não podemos aceitar mais o que esse governo que está aí está fazendo. Essa pacividade diante de mensalões, sangue-sugas, etc. Ele apenas veio no vácuo do que o governo anterior já havia implantado com o plano real, o único que realmente deu certo. E o que ele fez no seu governo? Melhorou a vida dos brasileiros? Não, apenas o que faz é comprar votos para se garantir lá. Vamos dar um basta nisso!! Não que a outra opção que temos seja garantia de mudança, mas pelo menos vamos tentar e à medida que o povo se conscientiza e se educa fica mais difícil de ser enganado. ComentadoParticularmente, estou em um impasse com relação às próximas eleições. Não sei em quem votar. Acho extremamente importante participar do processo, mas me sinto sem alternativas. Todos temiam o radicalismo do PT, e o que temos agora? Todos falavam da diplomacia e do conhecimento dos intelectuais do PSDB, é olha só como está o Estado de São Paulo. Devo apostar na boa vontade e arriscar a inexperiência administrativa de partidos menores ou me arriscar mais uma vez com os experientes, nosso velhos conhecidos? O que me assusta é que se eu, que tenho acesso a informações, procuro discutir o assunto com outras pessoas, etc., estou me sentindo encurralada, como estão as pessoas que não têm essa oportunidade? Elas vão esperar para decidir entre a cesta básica ou camiseta? Alguém pode me dar uma luz? ComentadoEu creio que, no caso do executivo, a escolha (infelizmente) tem que ser feita por exclusão. Confesso que também estou perdido. A única certeza é que a estrutura montada para garantir a permanência no poder do atual governante (cuja ponta do iceberg emergiu nas CPIs) não pode continuar. Governar exige experiência e, no caótico mundo política brasileiro, base política no congresso. Um partido pequeno não teria condição de fazer isso, a não ser que seu candidato seja um fenômeno das urnas e tenha o caráter e punho suficientes de jogar o povo contra o congresso e fazer o congresso engolir a vontade do povo. Lula perdeu essa chance, porque vendeu sua alma ao Diabo para ser eleito. Apesar de não gostar da postura do PSDB e muito menos do PFL (que, enquanto governo, mostroaram os mesmos vícios do governo atual e dos anteriores desde Sarney [para não mergulhar nos porões da ditadura]), eu considero Geraldo (por questão de marketing, ele não quer mais ser chamado de Alckmin) a melhor "menos-pior" opção. Mas, não quero influenciar ninguém. Por postura política, gosto muito da Heloísa Helena. Ela não se vendeu junto com o PT. Mas, seu partido não tem estrutura para governar, sua ideologia é socialista revolucionária (seria entregar o país para um presidente da Bolívia). Contudo, acho que a grande mudança no país começa no congresso. Esse precisa ser mudado completamente. Precisamos enfraquecer os partidos que atualmente dão cartas, principalmente: PMDB, PSDB, PT. Precisamos aumentar a diversidade. Não eleger os caciques atuais. Para que uma nova estrutura de poder se forme.
ComentárioParabéns pelo exposto! Realmente isso retrata a sensibilidade e perspicácia de alguém que enxerga um pouco mais do que a maioria anestesiada pelos infortúnios sociais e que servem mais para desanimar a sociedade do que para acordá-la, que é justamente o que é preciso hoje! A religião tem lá sua parcela de culpa e de ajuda. Note que nenhuma delas prega a ambição, de modo que se assim fosse, as próprias estariam pagando para dar subsídios estratégicos para que seus membros atingissem seus intentos. Por outro lado, podemos notar que um pouco da revolta social é contida em muitos lares graças a mães abençoadas e que, com uma força de vontade extraterrena, conduzem seus filhos e maridos de forma plausível face ao seu baixo grau de instrução. A estrutura política brasileira tem algumas semelhanças com as igrejas dos mais variados credos. Primeiramente mostram que vc precisa da ajuda de que eles dizem poder oferecer, em seguida, imputam valores para que sejam atingidas metas, porém, nunca reveladas. Depois que a união está garantida, o foco do problema, que era seu, é reorintado para outros dos inúmeros problemas ao redor de quaisquer comunidades. Ou seja, agora temos que resolver o problema de outros, e o seu já foi resolvido e não existe mais, como se fosse mágica, e assim o ciclo continua. Resumindo tudo isso, o que percebemos é a falta de compromisso, a falta de caráter íntegro, a falta de vergonha de viver gestões concedidas pelo povo e obter lucro extraído deste próprio povo. A sociedade precisa se mobilizar no sentido de mudar as regras democráticas, que assim são definidas apenas burocraticamente. É preciso que tenhamos a conciência de que o vizinho com muito esforço, pode comer cachorro quente hoje, se quiser, mas que um bom prato de comida seja o objetivo do dia seguinte. Para isso, mostremos a ele que é possível desde que cobremos aqueles que colocamos no poder. Sem que isso ocorra, não existe democracia, caso contrário, ela só vai valer no início do processo que instrumenta o poder, o voto, e que na verdade é tão necessário durante todo ele. Assim, seria possível prever o desenvolvimento embasado no planejamento cumprido a rigor em função do acompanhamento da população. Quem decide o quanto de impostos devemos pagar? Não existe nada que permita controlar o equilíbrio econômico da população, que não dita, mas segue com um cabestro as normas estabelecidas. Mesmo que isso custe a falência familiar, que é a estrutura social mais importante da humanidade. Enquanto o milionário pagar a sua multa por excesso de velocidade e sentir que caiu uma mísera moeda de seu bolso e, ao mesmo tempo, um simples trabalhador deixar o seu salário nos cofres públicos para sanar o seu suposto erro registrado por uma das milhares de máquinas caça-níquel espalhadas, administradas e viciadas por órgãos públicos, não há como conceber nenhum vigor democrático na conjuntura ilustrada. A democracia falada não tem efeito social concreto, se não apenas para tapar o sol com a peneira, um ato vale mais que milhões de palavras! Enquanto gerações políticas se desenvolvem virtualmente para atuarem na cibernética social, o trabalhador está derramando o seu suor para pagar o microcomputador em que a invasão, dita democrática, não se rotula mas age de forma virótica. Se a posse do anti-vírus se retrata no seleto e disperso poder aquisitivo, não existe solução democrática alguma para uma sociedade mais decente. O povo não precisa comprar, mas precisa sim ser o próprio anti-vírus. Um grande abraço à todos os que entendem que a dignidade humana está na força do trabalho e na honestidade e respeito ao seu valor moral. "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!"
ComentárioComo diz a "tia Anita", o Brazil não precisa mudar, está muito bem localizado, com ótimos vizinhos (apesar da mídia dizer o contrário) e uma linda vista para o mar na janela leste e da janela oeste vemos cordinheiras, pantanal e floresta. Temos sol o ano todo e água em abundância (se soubermos usar com inteligência). O que temos que mudar? Para mim, se o brasileiro mudar sua postura diária, aprendendo a respeitar o próximo e a si mesmo, não mais venderemos votos, nem faremos vistas grossas para as trapaças, assim em poucos anos teremos um Brasil melhor. |